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11/05/2019 às 07:00

Prefeitura negocia reajuste de 4,17% parcelado para servidores

Em tratativas com categorias de servidores, a Prefeitura de Campo Grande propõe reajuste de 4,17% pagos em duas parcelas. Por enquanto, a negociação com a ACP (Sindicato dos Profissionais da Educação Campo-Grandense) está mais adiantada e a categoria rejeitou percentual proposto em assembleia no dia 7 de maio.

“O município não trouxe nenhum valor relativo aos 17% do piso nacional, nós queremos isso, nem que seja parcelado. Só propuseram correção anual, ainda sem considerar maio, que é a data-base”, afirmou o presidente da ACP, Lucílio Nobre.

Os 17% seriam a soma dos percentuais relativos ao piso nacional da profissão, que não são pagos há pelo menos três anos. Ao município, o sindicato entregou contraproposta prevendo 4,17% de acréscimo salarial, mais a diferença necessária para atingir 85% do piso nacional para carga horária de 20 horas.

O documento prevê, ainda, correção anual em 2020, mais a diferença com vistas ao cumprimento de 90% e, em 2021, novamente o reajuste da inflação e, por fim, mais o percentual necessário para que Campo Grande cumpra 100% do piso nacional.

Já o Sisem (Sindicato dos Servidores Municipais) deve receber proposta nesta sexta-feira (dia 10) para deliberação dos servidores em assembleia na próxima terça-feira (dia 14). O presidente do Sisem, Marcos Tabosa, afirmou que foram feitas reuniões com o Executivo municipal. “Eles não querem repor nem a inflação do IPCA, que é 4,94%. Ele quer dar abaixo e ainda parcelado. Nos falaram que seria de 4,17% a 4,72%”.

Segundo o secretário de Finanças e Planejamento, Pedro Pedrossian Neto, o acréscimo proposto seria pago meio por cento em outubro e o restante em dezembro.

“A gente está conversando com algumas categorias. Temos conversas bastante avançadas com a Guarda municipal, Sisem, especificamente com os agentes comunitários, agentes de saúde pública, administrativos da educação, mas por hora, sem acordo”.

O prefeito Marquinhos Trad (PSD) afirmou que o reajuste amparado na inflação e parcelado “é o fluxo que o caixa da prefeitura suporta”. “Nunca dei o reajuste à vista. Foi assim em 2017 e 2018”, diz o chefe do Executivo municipal, que reforça a abertura da prefeitura para diálogo.


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