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09/03/2019 às 08:20

Arroz: Lavoura de qualidade começa com sementes certificadas

A qualidade da produção de arroz no Brasil passa, fundamentalmente, pela forma como os rizicultores escolhem as sementes que formarão suas novas lavouras. E pode vir dessa etapa, um grande salto de eficiência em produtividade, pois enquanto cerca de 50% dos agricultores trabalham com sementes certificadas, outros 50% ainda optam por sementes salvas ou até mesmo piratas, de maneira geral motivados por um custo supostamente mais baixo, sem levar em consideração que, no médio e no longo prazo, o barato pode sair muito caro.

Entre os impactos negativos da opção por sementes piratas, os que mais se destacam são o baixo padrão de qualidade dos campos e a insegurança em garantir a sanidade e o bom estabelecimento da lavoura. Em casos mais graves, pode ser que a plantação nem seja consolidada, pela incapacidade de se estabelecerem devido à baixa germinação e ao vigor das próprias sementes. “Quando o rizicultor decide trabalhar apenas com sementes certificadas, antes de qualquer coisa ele já tem a certeza de estar investindo em um insumo que é legal, do ponto de vista jurídico, e que atende a todos os padrões e requisitos exigidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) quanto a germinação, sanidade e pureza”, comenta Vitor Bernardes, gerente de Marketing, Cultivos e Portfólio para Arroz e Trigo da BASF.

Quando não se tem essa garantia de qualidade, as sementes do arroz destinadas ao plantio podem estar acompanhadas de impurezas, entre elas plantas daninhas, como o arroz-vermelho tão temido pelo rizicultor. Segundo Bernardes, essa tem sido a pior das invasoras na lavoura de arroz devido à dificuldade de controle e perdas em rendimento e qualidade do arroz. “Há um grande esforço para que se tenha uma lavoura livre de arroz vermelho, e quando eles surgem a produtividade e a qualidade do arroz produzido cai, tendo menor valor na indústria.”, explica Bernardes. O gerente da BASF lembra que há muita tecnologia empregada em toda a cadeia produtiva para garantir ao consumidor o melhor alimento.

Por conta da tecnologia embarcada nas sementes, inclusive com soluções protegidas pelas indústrias de insumos agrícolas, quem lança mão da pirataria pode até ter que responder judicialmente por essa questão. “Nosso objetivo sempre será de orientar o agricultor, levar a ele a melhor informação técnica e as mais modernas soluções tecnológicas”, diz Bernardes.



Para fazer a orientação aos produtores sobre essas diferentes opções e suas consequências, a BASF está realizando sua segunda campanha para destacar os benefícios das sementes certificadas frente as dificuldades enfrentadas pelo setor. Nesse trabalho de indicação técnica e aproximação com o produtor, a empresa conta com o apoio de diversas entidades, como o Instituto Rio-Grandense do Arroz (Irga), a Federação das Associações dos Arrozeiros do Estado do Rio Grande do Sul (Federarroz), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), entre outras, todos juntos contra a utilização de sementes salvas ou piratas.


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