Instituto da USP atesta eficácia de máscara cirúrgica contra a variante delta

O Instituto de Ciências Biomédicas da USP (Universidade de S√£o Paulo) atestou neste mês a efic√°cia da m√°scara cirúrgica Phitta Mask contra a variante delta do novo coronavírus. Segundo a institui√ß√£o, o índice de prote√ß√£o é de 99,05%.

A m√°scara j√° havia sido testada pelo ICB para as variantes P.1 e P.2 do novo coronavírus, além da cepa original -e também foi aprovada. O produto pode ser usado por até 12 horas.

Desenvolvida pela empresa Golden Technology em parceria com o Instituto de Química da USP, a m√°scara j√° conta com a aprova√ß√£o da Anvisa.

Segundo a fabricante, o item é recoberto por um princípio ativo derivado do corante ftalocianina, que age como uma “√°gua oxigenada” quando entra em contato com o vírus por meio de gotículas ou aerossol.

Foto: Philippe Lopez/AFP

Pessoas infectadas com a variante delta do coronavírus, mais transmissível, têm carga viral 300 vezes mais alta que a dos portadores da vers√£o original do vírus da Covid-19, no momento em que os sintomas foram observados inicialmente, constatou um estudo sul-coreano de agosto deste ano.

Segundo especialistas, as máscaras PFF2 (ou N95) são as mais eficientes por sua capacidade de vedação, principalmente em ambientes fechados. Se não for dobrada ou molhada, ela poderá ser usada durante uma semana, no máximo durante 12 horas por dia.

Outra op√ß√£o é utilizar duas m√°scaras cirúrgica, que podem ser associadas a uma m√°scara de tecido -sendo que a cirúrgica fica por baixo, a de tecido por cima.