Camara
QUERO QUERO TOPO

Novo remĂ©dio de controle do lĂșpus estĂĄ em estudo em Curitiba e pacientes podem participar; saiba como

Por OSASCO RENOVE em 13/05/2022 às 13:43:57

Os medicamentos atuais para o controle da doença, que não tem cura, são potentes, mas apresentam efeitos colaterais importantes ou não controlam completamente a doença, explica o médico reumatologista Sebastião Cezar Radominski, professor de reumatologia do curso de medicina da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e diretor do Centro de Estudos em Terapias Inovadoras (CETI), que conduz o estudo.

“Alguns são quimioterápicos e outros derivados da cortisona, por exemplo, com vários efeitos bem conhecidos”,

explica o diretor do CETI, um dos mais importantes centros de pesquisa da área, com 24 anos de atuação.

Pelo seu caráter sistêmico, o lúpus tem potencial para comprometer órgãos vitais, como os rins, pulmão e coração, além da pele, articulações e sistema nervoso central. Porém, há dez anos a medicina não dispõe de novos fármacos para o tratamento da doença. 

“Trata-se de uma nova medicação via oral, com mecanismo de ação inovador e com o objetivo de impedir a progressão do lúpus para as suas formas mais graves”, explica o médico. A medicação, de caráter alvo-específico, pode reduzir a dependência dos corticoides, geralmente prescritos em altas doses (com uma série de efeitos colaterais) para o controle do lúpus.

Os resultados do estudo tendem a ser promissores justamente pela falta de opções mais modernas em medicamentos para o lúpus. “É uma necessidade que precisa ser atendida. O medicamento do estudo pode representar uma nova opção de tratamento para pacientes não atendidos e/ou refratários aos tratamentos tradicionais disponíveis atualmente, para impedir a progressão da doença”, comenta.

Aprovação do remédio em até 3 anos

Devido aos excelentes resultados nos estudos anteriores, o Food and Drug Administration (FDA), nos Estados Unidos, autorizou esse novo estudo de fase II, multicêntrico e mundial, que poderá levar à aprovação do remédio em um período de 2 a 3 anos. Os objetivos principais do estudo, no momento, são avaliar a segurança e a eficácia do medicamento sob investigação em lúpus e determinar uma dose ideal.

No Brasil, o estudo será submetido à Agência Nacional de VigilĂąncia Sanitária, a Anvisa, e tem aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) e da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP).

Quem pode participar do estudo

Os candidatos ao ensaio devem ter mais de 18 anos e obedecer a alguns critérios de inclusão. Não pode haver comprometimento renal importante e a doença precisa estar ATIVA apesar do tratamento atual, apresentando manifestações como juntas inchadas (artrite) e lesões de pele avermelhadas, ativas e extensas. Esses dados serão avaliados na primeira consulta com o médico especialista (reumatologista).

Pacientes que obedeçam aos critérios descritos e desejem fazer parte das pesquisas devem entrar em contato com o CETI pelos telefones (41) 3022-3482 e (41) 99717-0003 (com Jéssica), diariamente, das 7h30 às 15h.

Fonte: Banda B

Tags:   Saúde
Comunicar erro
BANNER RE9
otica
TOPO ITAQUIRAI EM FOCO
novo sabor top
ahanguera
FRUTARIA AVENIDA TOPO
florai
Mercado Santos
Auto escola Diamante
laboratorio
bello frango
pax
Lanchonete vitoria
hospital

ComentĂĄrios

CAMPANHA BELLO ALIMENTOS
florai
bannet vacina